As Tendências Digitais que Marcam 2016!
O estudo Deloitte Consumer Review: Digital Predictions 2016 identifica as seis tendências tecnológicas que poderão ter um maior impacto sobre as empresas de bens de consumo e retalho este ano.
O estudo Deloitte Consumer Review: Digital Predictions 2016 identifica as seis tendências tecnológicas que poderão ter um maior impacto sobre as empresas de bens de consumo e retalho este ano.
Os consumidores que trocam de fornecedor provocam prejuízos de 126 mil milhões de euros em Espanha, de acordo com o estudo “Digital Disconnect in Costumer Engagement”, da Accenture Strategy.
As tecnologias para Big Data podem ser usadas com dados provenientes de cabines de prova, ou para tomar decisões sobre funcionários.
A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) apresenta-se como uma grande oportunidade para impulsionar as vendas dos retalhistas, oferecendo experiências personalizadas e “imprevisíveis” para o consumidor.
Arranca esta terça-feira o período de subscrição das Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV). Saiba como funciona este produto de poupança do Estado que vai pagar uma taxa bruta mínima de 2,2%.
A consultora GFK, especializada em retalho não alimentar, levou a cabo um estudo nos países onde está presente, no qual questionou os retalhistas acerca das tendências que consideram prementes já nos dias de hoje.
O retalho digital e a globalização têm revelado grande impacto na forma de trabalhar no retalho. Para fazer face a estas mudanças, os retalhistas estão cada vez mais a recrutar candidatos que possam trabalhar em diferentes culturas e combinar negócios online com os modelos de negócios tradicionais.
A aposta no E-Commerce tem vindo a crescer em todo o mundo, mas não chegará para travar a expansão de lojas físicas dos retalhistas, pelo menos em 2016.
Com a “crise de identidade” que o E-Commerce trouxe para as lojas físicas, surge agora uma nova tendência a nível mundial: os ‘showrooms’. Retalhistas estão a apostar em espaços sem stock, onde os clientes podem experimentar os produtos, para comprarem posteriormente online.
As conclusões iniciais do inquérito setorial da Comissão sobre o comércio eletrónico revelam que o bloqueio geográfico é uma prática comum a todos os Estados-membros.